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Conhecem aquela sensação de saberem mais ou menos o destino de uma história, querendo que, de facto, as coisas acontecessem de uma maneira completamente diferente? É mais ou menos assim que me sinto. Depois de terem perdido o controlo da prisão que durante o 4º-5º livro serviam de refúgio, a trupe encontra refúgio numa nova povoação que vive a leste de todos os acontecimentos.
Infelizmente, como referi no início do post, tenho a impressão que, depois de terem sido aceites de braços abertos pela vila, a equipe vai acabar por tentar controlar a vila (pelo menos assim pareceu pelo desfecho) quebrando toda a confiança daqueles que os acudiram de braços abertos... (coisas de zombies...)


A minha série de zombies favorita (ok também não tenho mais nenhuma aqui por enquanto) continua em mais um livrinho!
A história, para dizer a verdade, começa a enrolar-se em torno de si própria. Parece que, apesar de o mundo ser cada vez mais populado por hordas de zombies, existe sempre mais um grupinho de pessoas escondidos atrás de uma loja de conveniência. Nesta edição em particular, surge um novo grupo de aventureiros cujo destino é a cidade de Los Angeles (corrijam-me se estou errado) - dois mercenários e um (super) cromo - com todas as informações necessárias para (segundo dizem) acabar com a epidemia.
Nada de muito fantástico ocorre neste volume (mas sempre com uma pitada de mau gosto, a revelar o quanto a humanidade pode descer baixo, falo claro de violações e coisas desse género).



 Quem me conhecem bem é provável que também conheça umas das minhas obcessões - histórias de zombies! Não verdadeiramente histórias de zombies, mas histórias de sobrevivência com zombies! Confusos já o suficiente?
Ao bom estilo dos velhos jogos de resident evil, Walking Dead conta a história dos resquícios da humanidade após o aparecimento de um misterioso virus (sim hoje em dia é sempre um virus que zombifica as pessoas).
A acção centra-se concretamente num grupo de sobreviventes chefiados por Rick - um ex-policia, em coma durante o início dos acontecimentos, que acorda para encontrar a humanidade muito diferentes do que antigamente lhe era conhecido.
A história anda de um lado para o outro, com momentos mais engraçados e outros, como qualquer história que almeja a durabilidade, muitos fillers para ocupar algum tempo.
Digamos que no final do livro 4 (ainda são grandes cada livro cerca de 300 páginas), os únicos sobreviventes são Rick, o seu filho Carl (infelizmente a mulher e a recém-nascida filha acabam mortas a tiro por outro grupo de sobreviventes - muita gente doida anda por aí, não só zombies) e talvez mais alguns poucos do grupo (não deu para se perceber bem se sobreviveram ou não).
A história não apresenta o material mais original que eu já li mas, sem sombra de dúvida, dá para passar alguns momentos mais descontraídos de um ou outros dia mais complicado :D